Bandas e rapper de Sorocaba são destaque no palco alternativo do Fábrica Festival

Olá, tudo bem???

Quem já está contando os dias para o Fábrica Festival??? Nós estamos com a ansiedade a mil, principalmente quando vemos uma nova atração sendo divulgada. A cada novidade lançada, nosso lineup fica mais incrível e a vontade só aumenta!

Hoje vamos falar de quatro atrações especiais, que fazem o coração de quem é de Sorocaba bater mais forte. Vamos apresentar as três bandas e o rapper sorocabano que serão destaque no palco alternativo do festival!! Nossas quatro pratas da casa: Valveline, Bit Beat Bite Bright, HER e Tique.

Se liga!!!

Valveline

Formada no início de 2011, a banda Valveline mistura cadenciados riffs do stoner, com poderosas rajadas de Trash Metal e apresenta um som direto e cru, com vocais sufocantes e riffs marcantes. Tudo isso somado às letras com carga política, psicológica, social e de protesto. Com três trabalhos lançados, os EPs “The Final March”, de 2011; “Ao vivo”, em 2012; e “Raise Your Gun”, de 2013, e um em gravação, a Valveline participa de festivais pelo estado de São Paulo, em cidades como Sorocaba, Votorantim, Presidente Prudente, Araraquara, São Paulo, Itapetininga, Piracicaba, Cotia e Campinas, além de ter sido selecionada para diversos festivais independentes pelo Brasil.

A banda já figurou em grandes Festivais como Circadélica, Araraquara Rock, Grito Rock, Die Fight, Live To Rock, Conexão Metal, e junto de artistas como Almah, Project 46, Eclyptika, Rygel, John Wayne, Worst, Pense, Dead Fish, Ego Kill Talent, Far From Alaska, Children of The Beast, The Four Horsemen e Fernando Quesada.  Recentemente foi a banda convidada para fazer abertura do Show da banda Raimundos e foi a banda Headliner do Grito Rock Campinas 2018, que contou com bandas como Cardiac e Kamala.

Bit Beat Bite Bright

A Bit Beat Bite Bright é uma banda de rock’n roll que transita pelos subgêneros garage, alternativo, indie e psicodélico. Formado por Iuri Griga (guitarra e voz), João Vitor (baixo e backing vocals) e Bruno Kalach (bateria), o trio é reconhecido por uma linha autoral moderna, com letras atuais que combatem a estagnação da música para pensar. As influências vão desde bandas de rock de garagem e psicodélicas a música pop e eletrônica.

A banda traz no currículo o lançamento do EP “Black Brown Blue Beige”, em 2014, com o qual fez turnê pelos principais polos da música independente do interior paulista (Campinas, Itapetininga, Boituva, São Roque e Votorantim) passando também pela capital São Paulo e embarcando em turnê para Minas Gerais, tocando em Belo Horizonte, Itabirito e Mariana. Sua trajetória, conta ainda com passagens nos festivais FEBRE (2015) e Circadélica (2017), dividindo o palco com nomes de grande projeção como Scalene, Far From Alaska, Vivendo do Ócio, Boogarins, Dead Fish, Joy Formidable (UK), Wry, Charme Chulo, Travelling Wave e Vespas Mandarinas.

Tique

Rafael Moraes, conhecido como Tique, é um artista sorocabano que desde muito cedo foi influenciado pela música. Sua carreira profissional começou em 2005, quando fez parte da banda de hardcore T-D4 e, no ano de 2010, foi vocalista da banda de metalcore Esdras. Durante sua caminhada, Tique transitou por diversos estilos até se encontrar no rap. Em suas letras, traz o retrato de suas vivências e os problemas que encontra no cotidiano.

Há quase um ano trabalhando suas rimas e poesias, e com uma carreira de 15 anos no universo musical, Tique lançou singles como “Interrogações” e “Levante”, e fez parcerias em canções como “Nossa Sinfonia”, de Julio Moura, e “Souve et Coagula”, da banda de metal Paramethrik. No Fábrica Festival, a apresentação contará com o percussionista Barba Marques, DJ Noé e os mc’s Julio Moura e Eu Mesmo Angelo nos backing vocals.

HER

HER é um projeto musical de Henrique Ravelli, artista da cena independente sorocabana conhecido por trabalhos na banda INI e Azul Celeste. A estreia da banda ocorreu em 2016, com o subjetivo e poético disco “Os Azuis Que Escorrem dos Prédios Irrigam Girassóis do Piche Plantados com Cuspe”, que contou com a colaboração de dezessete artistas da cidade. Contra fórmulas prontas e partindo do princípio do colaborativismo, o objetivo do projeto é propor poesia dilacerada, dentro de um espaço de concreto.

Atualmente, a HER trabalha em seu novo disco, “Caos Otis”. Com a proposta da pesquisa existencialista com a modernidade, o ser humano e o desenvolvimento tecnológico, o registro reflete sobre a ansiedade de como os seres estão exercendo seus papeis nas correlações humanas. Com influências da música eletrônica, tambores africanos, música brasileira, rap, a poesia de Hilda Hilst e Waly Salomão, o primeiro single será lançado em outubro de 2018.

Você não vai perder, certo?!?

 

#VemproFábrica